Globos de Ouro - Luciana Abreu

Incorrígivel Herman

Incorrígivel RAP

Incorrígivel ZDQ


Domingo, 14 de Novembro de 2010

Pode ser que me engane

Mas o júri do Ídolos, com as suas críticas extraordinariamente positivas, ainda vai conseguir pôr a Carolina fora do concurso. E o Pedro Boucherie Mendes, sozinho, ainda vai conseguir levar o Neemias à vitória.

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Publicado por Lina às 22:09

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Sábado, 13 de Novembro de 2010

Para ler com atenção, e reler dentro de uns tempos

Entrevista de Gabriela Sobral ao 'Correio da Manhã'.

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Publicado por Lina às 08:13

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Quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

M/F - mau ou fraco?

Audiências ontem:

Tudo corre bem para a SIC enquanto têm o Gato Fedorento no ar. Acaba, entra o entretenimento do novo  "M/F - Sarilhos em Casa" e a audiência cai para a metade. Primeira conclusão: quem pensa que os espectadores são uma cambada de ígnaros que come qualquer feijão com arroz que lhes ponha à frente, pode pensar de novo. Porque, de facto, apesar de gostar do trabalho da produtora CBV, este programa não ponta que se lhe pegue.

1) A roupa de Bárbara Guimarães é inenarrável.

No primeiro dia usou um vestido azul e umas botas (?!), num conjunto que resultava bastante desportivo e errado, na minha opinião. De uma apresentadora de televisão espero, sinceramente, que se apresente como uma deusa, como se estivesse sempre pronta para ir a uma festa.

Catarina Furtado é, por isso mesmo, a minha apresentadora preferida. Está sempre impecável. Seja na conferência de imprensa de apresentação do programa, seja em directo. É sempre coerente e nota-se que pensou (ou alguém por ela) no assunto.

Isto pode parecer uma futilidade, mas não é. Uma apresentadora mal vestida é como ter um mau logótipo! Dá má imagem ao produto. Portanto, a começar nesse ponto "M/F" funciona logo mal.

2) O conceito não vale nada. Não há tema mais gasto do que esse das mulheres contra os homens, percebendo-se afinal que tudo não passa de um conjunto de banalidades sem qualquer relação com a realidade. E ainda bem. A única coisa que gosto nestes programas é perceber que sempre avançámos um bocadinho desde a última geração.

3) a psicóloga Patrícia. Primeiro, Patrícia não é nome de psicóloga. Lamento. É como doutora Sónia ou engenheira Tatiana. Não dá. Depois, a presença dela é PARA QUÊ?

 

Vale zero pontos.

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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Difícil digestão

Ainda estou a tentar digerir o facto de os apresentadores substitutos de Fátima Lopes serem Merche Romero e Carlos Ribeiro. Hã????????????????

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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

Sair do armário televisivo

EU GOSTO DA TERTÚLIA COR-DE-ROSA!

 

(*só para capitalizar o facto de estar em destaque nos blogues do Sapo)

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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Mário, Mário Crespo contra PSP

Apanhei a entrevista do Mário Crespo ao ministro Pedro Silva Pereira (PSP) e registei vários pontos curiosos que gostava de partilhar: 

1.º É curioso como nunca me lembro de que pasta ele é ministro. Vejo-o sempre como ministro do Sócrates e não com responsabilidades extra que não sejam a propaganda ao Governo (e, atenção, que não sou uma anjinha que ache que não é preciso promover as acções do executivo). Mas, pronto, já fui ver e o PSP é Ministro da Presidência, o que só vem confirmar as minhas opiniões, só com que nome mais pomposo.

2.º Por que razão vai o PSP à entrevista - no lugar que estava reservado a Pedro Passos Coelho - em vez de ir o próprio Sócrates? E fui só eu que achei que era ridículo estar ali alguém a defender o nome de outra? Por favor...

3.º E o Pedro Passos Coelho? Aceitou na boa dar o lugar ao PSP? Foi para pagar o favorzinho de aparecer como cara da oposição na "Economist" sobre Portugal?

4.º Mais: alguém percebeu alguma coisa do que o PSP lá foi dizer?Ou ficaram todos como eu, que passei o o fim-de-semana sem perceber porque se estava a fazer tanto barulho com algumas coisas que me pareciam ninharias, quando a verdadeira pergunta é: onde pára a guita?

Expostas que estão as minhas dúvidas políticas, concentremo-nos no Mário Crespo:

Pela parte que me toca tenho a dizer que estou a gostar bastante. É mais: eu achava que ele era um "suave" no "Jornal da 9" na SIC Notícias e estou surpreendida com o resultado. Por detrás daquele ar suave e ameno, esconde-se um abutre (no bom sentido) que não deixa espaço para mais ninguém. Gostei. O homem é capaz de perguntar as maiores barbaridades sempre com um sorriso no rosto. E vale não só pelo que dizem os entrevistados, mas também pelo que não dizem.

 

*Agora estou a ouvir os comentários do Luís Delgado e do Henrique Monteiro, director do Expresso, sobre a entrevista e o caso Freeport, e estou um pouco aborrecida! Os senhores nõa se importavam de não ter sempre a mesma opinião? Você é muito bom... Não, você é que é...

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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

"Zé Carlos" ou um mau nome para programa de TV

O novo programa dos "Gato Fedorento" (estreia a 5 de Outubro na SIC) se vai chamar "Zé Carlos". Assim, tão somente.  De falta de originalidade ninguém os pode acusar, o que eu gostaria de saber é como se chega a este nome.


A primeira vez  que ouvi falar nisto foi naquela iniciativa sem pena nem glória que deu pelo nome de ""SIC - A Televisão da Minha Vida". A Vanessa Oliveira pergunta-lhes o nome do novo programa e eles dizem "Zé Carlos". No dia seguinte, o "Correio da Manhã" traz isso na sua última página. Nesse mesmo dia parece que as Produções Fictícias se escangalharam a rir percebendo que esta sandice estava impressa e já corria Portugal de lés a lés. Até aqui tudo bem. Depois eles, Gatos, devem achar que isto era ouro sobre azul e alguém, alguém próximo, entendido e seguramente alguém que gosta do trabalho de Ricardo Araújo Pereira, Zé Diogo Quintela, Tiago Dores e Miguel Góis lhes disse: "Eh, pá! Genial!". E ficou. Estas pessoas mereciam 1) ser presas 2) levar com um pano encharcado na tromba.

Até tenho uma certa vergonha de pôr em causa este nome só por ser diferente (e quando digo diferente é mesmo com a intenção de dizer diferente, não é essa modernidade de chamar diferente a tudo o que é bom). Sobretudo tendo em conta os CV destes quatro. Está provado que sabem o que fazem. Mas, sinceramente, vou pôr. Ponho em causa que "Zé Carlos" seja um nome adequado para um programa de televisão.


Acredito é que os Gato Fedorento já chegaram àquele ponto em que toda a gente está tão louca por eles que um deles suspira e o resto do País parte o côco a rir, o que é um cenário mais patético do que ir ver o "Man on The Moon" e metade da sala estar a fingir que está a achar o filme super-hiper-cómico para grande incómodo dos restantes. Mas que se lhe vai fazer? Toda a gente acha que eles são espectaculares, deu-lhes anúncios em que eles são de outra galáxia, páginas e páginas de reportagens e agora temos todos de nos aguentar. Se eles tiverem a mania que são estrelas, a culpa é nossa. Se acharam que são os melhores do mundo, a culpa é nossa. E, pela mesma ordem de razões (uma certa impunidade), se eles acham que chamar "Zé Carlos" ao programa é bom, a culpa é nossa. Criámos um monstro.


 





Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

Com papas e bolos...

...Não se enganam só os tolos. Pode engar-se toda a gente. Até mesmo uma veterana actriz como Eunice Muñoz. E por que digo isto? Porque chega a ser indecoroso o cerco que a SIC anda a fazer-lhe. Primeiro foi o Globo de Ouro de Mérito e Excelência, agora foi uma reportagem ultra-especial com direito a entrevista e mais não sei o quê a propósito dos seus 80 anos. Não que não o mereça, pelo contrário. É só porque tendo em conta a conjuntura actual (linda expressão!) - em que a estação de Carnaxide já deixou claro que entrou na guerra - isto parece uma forma económica de aliciar um profissional a fazer parte do lote de exclusivos do canal. O que seria de esperar é que a TVI é que andasse atrás da Eunice Muñoz a fazer especiais de toda a natureza.

 

E se a SIC não está interessada em Eunice Muñoz, olhem, desculpem lá a ousadia, mas não percam tempo. Não acham que uma reportagem especial seria suficiente? Seria mesmo necessário inundar todos os noticiários?

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Publicado por Lina às 10:28

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Quarta-feira, 25 de Julho de 2007

Teoria socrática

Este post tem a ver com TV, mas tem mais a ver com o nosso primeiro-ministro e a entrevista que deu à SIC. Ou melhor, tem a ver com o facto de Sócrates ter um medo incrível das câmaras, sacrificando algo fundamental em televisão: a espontaneidade.

Estudou a cartilha e decorou-a ao pormenor. Em quase todas as perguntas que lhe foram feitas, deu as respostas que lhe interessava dar e não respondia ao que se perguntava. No entanto, acho que não se preparou o suficiente.

Tendo decorado tantas falas, acabou por ter algumas brancas. Por exemplo, quando fala de Manuel Alegre e do PS. Foi traído pela palavra "diversidade". Sabia que a tinha de usar, mas não o fez no sítio certo.

Não correu bem.

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Publicado por Lina às 22:52

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